INVERSÃO DE PAPÉIS

INVERSÃO DE PAPÉIS

Nada por aqui está mais como antes:
No ar, o revoar dos elefantes;
Pássaros ao chão em sons dissonantes;
O crescer desordenado dos infantes.

Nos rios, lampejos mil, alucinantes;
Nas nuvens, águas negras abundantes.
Nos campos, flora e fauna destoantes;
As pessoas vivendo como errantes.

Que está acontecendo, meu Deus do céu?
Por que essa tamanha inversão de papel?
Bom virando réu, mal bem para dedéu!

Decoro e honestidade sempre ao léu;
A natureza indo pro beleléu!
Difícil para alguém titrar o chapéu!

Agradecimento ao professor Paulo Franchetti

http://web.archive.org/web/20130601233852im_/http://remisson.com.br/wp-content/themes/sahifa/timthumb.php?src=/wp-content/uploads/2013/03/remisson.jpg&h=330&w=660&a=c

O professor Paulo Franchetti, crítico literário e diretor da Editora  Unicamp, enviou-me um exemplar do seu belo livro de poemas DESTE LUGAR, publicado pela Ateliê Editorial em 2012 e, junto, enviou-me um cartão de apresentação, gentileza que muito agradeço.

Os poemas são ótimos, o livro tem excelentes acabamento e apresentação e recomendo a todos que o leiam… e se surpreendam.

 

PARASSE

de falar:

ainda assim,

buscaria

o ouvido,

o abrigo.

Parasse

de desejar:

não deixaria

de esperar

a inalcançável

graça.

Parasse

de pensar:

a memória

da destinação

persistiria

nisto”

 

Paulo Franchetti

*

Remisson Aniceto

Sob nova direção, Editora da Unifesp quer ampliar o esquema de comercialização de seus livros

A professora Cynthia Sarti assume a direção da editora universitária

O catálogo da Editora da Unifesp, fundada em 2008, deve ficar maior na próxima Bienal do Livro de São Paulo (26/08 a 04/09), quando serão lançados mais quatro títulos:Formas do Teatro de Comédia – a obra de Oduvaldo Vianna, de Wagner Martins Madeira; A História da Democracia: um ensaio sobre a libertação do povo, de John Dunn; Lições para o homem casado (Portugal –séculos XIV-XVI), de Leandro Alves Teodoro, e Sociologia e superfície: uma leitura dos escritos de Siegfried Kracauer até 1933, de Patrícia da Silva Santos. Mas, mais do que isso, durante a Bienal, a editora universitária quer comemorar a sua refundação.

Catálogo da Editora da Unifesp deve alcançar a marca de 100 títulos até o fim de 2016 | © Divulgação

Catálogo da Editora da Unifesp deve alcançar a marca de 100 títulos até o fim de 2016 | © Divulgação

Para a missão de reestruturar a casa, a universidade chamou José Castilho Marques Neto para fazer um amplo diagnóstico e sugerir uma série de mudanças. “A reitoria da Unifesp me chamou e pediu um trabalho de consultoria que elevasse a sua editora ao mesmo patamar de outras editoras universitárias, incluindo um esquema de vendas, de divulgação, de participação de eventos de forma mais sistemática e de recriação do seu catálogo com o objetivo de dialogar com o público leitor”, explicou Castilho. “A editora nunca parou de editar, mas ela nunca tinha se constituído como uma editora voltada para além da própria universidade”, atestou.

Uma das primeiras medidas foi a nomeação de uma diretora editorial, cargo até então inexistente dentro da estrutura da editora. A escolhida foi a professora Cynthia Sarti, vinda da área de Antropologia do campus de Guarulhos, que assumiu o cargo no início dessa semana. “Hoje tem poucos livros da Unifesp circulando nas livrarias e a nossa ideia é ampliar esse sistema de comercialização”, disse a professora ao PublishNews. Além de aumentar a visibilidade dos livros no varejo tradicional, a Unifesp vai lançar, durante a Bienal, uma loja virtual na qual serão vendidos os seus livros e livros de outras editoras universitárias.

'Lições para o homem casado' é um dos lançamentos da Unifesp previstos para a Bienal de SP | © Divulgação

‘Lições para o homem casado’ é um dos lançamentos da Unifesp previstos para a Bienal de SP | © Divulgação

Em outra frente, Cynthia tem a missão de criar uma marca própria da editora, desenvolvendo uma linha editorial. “A nossa ideia não é mais apenas receber, acolher, avaliar e publicar livros que nos são entregues pelos professores da universidade, mas trabalhar mais fortemente na prospecção e também na indução de novas publicações vindas tanto de dentro da universidade quanto de fora”, explicou.

Para isso, a editora deve criar coleções pensadas a partir das áreas de atuação da universidade. Além disso, Cynthia deve encabeçar um novo conselho editorial composto por mais dez pessoas: sete delas vindas da Unifesp e outras três figuras que tenham reconhecimento acadêmico na sociedade brasileira. A decisão de colocar no conselho três representantes de fora da universidade tem como objetivo atrair publicações de fora. “Não seremos mais uma editora que só veicula o que é produzido dentro da universidade. Queremos promover um diálogo mais amplo possível com outras universidades, de dentro e de fora do país”, completou.

“Como a Unifesp é uma universidade que nasceu no campo da saúde, temas de interseção entre conhecimentos da área de humanas e as ciências médicas é um dos nossos campos de atuação no qual queremos continuar com muita força, mas o novo conselho editorial será responsável por desenvolver novas frentes”, comentou Cynthia. A nova diretora adiantou ainda que outro foco do catálogo, que deve alcançar a marca de 100 títulos publicados até o fim de 2016, daqui para frente deverá ser a área de Direitos Humanos, em especial livros que debatam questões de gênero e estudos sobre violência. “Esses são campos já instituídos dentro da universidade e são assuntos importantes na sociedade atual. Então, são temas nos quais a gente vai querer se concentrar bastante daqui em diante”, observou.

Na Bienal, além dos lançamentos, a editora ocupará 20 m² do estande da Associação Brasileira das Editoras Universitárias (Abeu) onde fará um evento para apresentar a nova Editora da Unifesp, no dia 26, a partir das 17h30.

Grupo de teatro ‘As Graças’ e seu ônibus-teatro

Grupo de teatro ‘As Graças’ e seu ônibus-teatro

O grupo de teatro ‘As Graças’ apresenta em seu ônibus-teatro Poemas para Brincar,Nas Rodas do Coração e mais dois espetáculos convidados; Bang Bang À Pastelana,  com a Trupe  Irmãos Atada e “Um Fusca em Cons(c)erto”, da Cia. Rodamoinho, às sextas, sábados e domingos de agosto no projeto “Sede sobre rodas – Circular Teatro”

Dias 12, 13,14, 20, 21 e 27/08, sextas, sábados e domingos

Em Paraisópolis, Cohab Raposo Tavares, Parque da Aclimação, Brasilândia, Parque Ecológico do Tietê e Parque da Luz

Espetáculos Poemas para Brincar, Nas Rodas do Coração, Bang Bang À Pastelana, com a Trupe  Irmãos Atada e “Um Fusca em Cons(c)erto”, da Cia. Rodamoinho

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Programação:

 

Dia 12/08 – sexta-feira

Praça Dr. Humberto Delboni /Paraisópolis

11h – Poemas para Brincar

16h – Nas rodas do Coração

 

Dia 13/08, sábado – Cohab Raposo Tavares /Terreno da Cultura

(Travessa Rio dos Touros, sem número)

11h – Poemas para Brincar

16h Nas rodas do Coração

 

Dia 14/08, domingo – Parque da Aclimação

(Rua Muniz de Sousa, 1119)

11h – Poemas para brincar

16h – Nas rodas do Coração

 

Dia 20, sábado – Calçadão do Iracema – Brasilândia

11h – Poemas para brincar

16h – Nas Rodas do Coração

 

Dia 21, domingo – Parque Ecológico do Tietê

(Rua Guira- Acangatara, 70 – Eng. Goulart, São Paulo)

10h30 – Poemas para brincar

15h – Nas Rodas do Coração

 

Dia 27/08, sábado – Minimostra de Teatro sobre Rodas no Parque da Luz

(Praça da Luz sem número, Bom Retiro)

13h – Um fusca em Cons(c)erto, Cia Rodamoinho

14h – Bang Bang À Pastelana, com a Trupe Irmãos Atada

15 h – Nas Rodas do Coração

 

Durante o mês de agosto o Grupo de Teatro As Graças vai circular por praças, parques e ruas de São Paulo para levar gratuitamente ao público espetáculos de seu repertório e mais dois convidados que também trabalham em palcos itinerantes para uma minimostra de encerramento no Parque da Luz. A minimostra que encerra esta circulação do mês de agosto Contemplada no edital PROAC Território das Artes terá, além das apresentações, um debate aberto sobre teatro sobre rodas, às 16h.

 

Espetáculos:

 

Nas Rodas do Coração

 

O espetáculo Nas Rodas do Coração foi concebido com endereço certo: as ruas.

Uma comédia musical que conta a história de uma companhia de teatro mambembe que apresenta seu repertório pelas ruas da cidade de São Paulo. Enquanto as pequenas histórias, inspiradas nos sambas de Adoniran Barbosa, são encenadas, as atrizes descobrem as falcatruas da dona da companhia e tentam, nos bastidores, desmascarar os golpes da vilã. O espetáculo é um musical inspirado no universo de Adoniran Barbosa e na estrutura do melodrama, concebido originalmente para ser encenado em cima do ônibus- teatro-itinerante. Estreou em fevereiro de 2004 no centro de São Paulo, no projeto Circular Teatro. 

 

Ficha Técnica:

Texto: Regina Galdino

Direção: Ednaldo Freire

Direção Musical: Mario Manga e Adilson Rodrigues

Músicas: Adoniran Barbosa

Elenco: Eliana Bolanho, Juliana Gontijo e Vera Abbud

Atriz convidada: Paola Musatti

Figurinos e Cenários: Kleber Montanheiro

Coreografia: Fernando Neves

Técnica de Som: Sabrina Novaes

Técnico de Luz: Flávio Pires

Técnicos de palco: Carlos Ceiro e Paulo Pellegrini

Arte Gráfica: Luiz Maia

Design Gráfico: Pedro Maia

Motorista do ônibus: Claudinei Amaral

Produção e Administração: Eneida de Souza

Concepção e realização: As Graças

 

Poemas para Brincar

Em ‘Poemas para brincar’ bonecos ganham vida através das palavras, sons, músicas e poesia, numa contínua brincadeira.
A poesia de José Paulo Paes, música e a linguagem mágica dos bonecos integram o espetáculo, no qual a criança é convidada a brincar; de bola, de pião e de poesia.

Ana e Juca são duas crianças que inventam uma maneira diferente de brincar: através do jogo de palavras descobrem o universo da poesia. Cada poema se torna uma grande jornada por um mundo de imaginação, sonho e alegria.

 

Na medida em que aborda o universo infantil, o teatro de bonecos é como um brinquedo mágico, onde as figuras inanimadas, cúmplices das brincadeiras da criança, uma vez no palco, assumem vontades e desejos próprios. A imaginação torna-se realidade. Crianças e bonecos brincam juntos e são transportados para outra dimensão. Um estímulo à capacidade natural da criança de encontrar, através da arte e do jogo cênico, respostas para sua grande curiosidade em relação ao mundo real.

 

O espetáculo cumpriu temporada no teatro Cacilda Becker em 96, nos teatros Alfredo Mesquita e Alceu de Amoroso Lima em 97 e no teatro Crowne Plaza em 98.

Realizou ainda apresentações em várias unidades do SESC, Casas de Cultura e escolas de São Paulo e participou do Projeto Móvel de Cultura e Meio Ambiente da Comunidade Solidária do Governo Federal, em 1999.

Recebeu no ano de 1996, os prêmios:
 MAMBEMBE, APCA e PRÊMIO COCA-COLA nas categorias de melhor música e melhor teatro de animação.

Recentemente, o espetáculo esteve em cartaz na ‘Mostra de Repertório As Graças – Ocupação do Parque da Luz’.

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FichaTécnica:

Poesias: José Paulo Paes

Roteiro Teatral: Juliana Gontijo

Direção: As Graças

Assessoria Artística: Eduardo Amos

Criação e Confecção dos Bonecos: Luiz Maia, Beto Lima, Pantan e Oficina de Bonecos

Músicas: Madan

Trilha Sonora: Alessandro Laroca Madan

Cenário: Luiz Maia

Técnica de Som: Sabrina Novaes

Técnico Luz: Flávio Pires

Técnicos de Palco: Carlos Ceiro, Paulo Pellegrini

Motorista do ônibus: Claudinei Amaral

Arte Gráfica: Luiz Maia

Design gráfico: Pedro Maia

Fotos: Graziella Moretto e Penna Prearo

Atrizes Manipuladoras: Vera Abbud, Juliana Gontijo e Eliana Bolanho

Concepção e Realização: Cia Teatral As Graças

Produção e Administração: Eneida de Souza

Duração: 50 minutos

Livre

 

 

Bang Bang À Pastelana é um faroeste de palhaços regado a trapalhadas, trapaças e confusões, com direito a tiroteios no saloon e show de cancan.

 

Sinopse

Em um lugar perdido no velho oeste, os irmãos Dederson, Jacinto e Pablito, que são artistas mambembes, viajam para cidade de Dog Bull City a fim de apresentar no “festival de teatro do velho oeste” e assim cumprir a promessa que fizeram ao seu pai no leito de morte. Mas, em outra parte do velho oeste, três foragidos… Boca Seca Johnson, Olhos Pequenos e Ramirez Gonzáles Larica, que são mais conhecidos como “Os irmãos do nariz preto” planejam também chegar a Dog Bull city, mas com outro objetivo, assaltar o banco central da cidade. E assim a confusão irá surgir, pois na cidade os artistas serão confundidos com os bandidos e os bandidos confundidos com os artistas.

Duração: 50 minutos

Livre para todas as idades

Outros

Ficha técnica

Elenco – Anderson Spada, Emerson Almeida e Paulo Ygar

Operador de Som – Sandro Fontes

Criação e roteiro – Trupe Irmãos Atada e Marcio Douglas

Diretor Artístico – Marcio Douglas

Diretor Musical e Trilha Sonora – Célio Colella

Cenário, Figurino e Adereços – Denise Guilherme

Cenotécnicos – Bira Nogueira e Micheli Rolandi

Preparador circense em técnicas de malabarismo – Du Circo

 

“Um Fusca em Cons(c)erto” – Cia. Rodamoinho

A Cia. Rodamoinho é um dos núcleos da Cooperativa Paulista de Teatro e completa em 2016 quinze anos de existência. Foi contemplada pela Lei de Fomento ao Teatro da cidade de São Paulo por três vezes, em três edições do PROAC-edital, duas vezes pelo PROAC-ICMS e duas vezes pela FUNARTE-MINC. Pesquisa a cultura popular, integrando diferentes linguagens artísticas como o teatro, a literatura e a música. Criou os espetáculos “Festa no Céu”, “Mãe d’Água”, “As Aventuras de Pepino”, além de diversas performances e repertórios de narração de histórias. “Um Fusca em Cons(c)erto”, espetáculo mais recente do grupo, foi produzido com recursos do PROAC-ICMS e já percorreu mais de 50 cidades desde sua estreia, em 2013.

           

Sinopse

O espetáculo tem como cenário um automóvel Fusca ano 1983. Conta a história de três artistas de uma companhia teatral que ensaiam e enfrentam problemas para realizar a grande viagem de suas vidas no automóvel. A trilha sonora é realizada ao vivo pelos artistas com instrumentos tradicionais como sanfona, saxofone, percussões variadas e outros objetos sonoros pesquisados e produzidos especialmente para a peça. Em sua trajetória, os personagens vão do conserto do carro ao concerto musical. O espetáculo tem a duração de 50 minutos.

 

Ficha técnica

Concepção, produção e dramaturgia: Fabiano Assis e Renata Flaiban / Direção: Fabiano Assis / Direção musical: Fabiano Assis, Renata Flaiban, Fernando Sardo e Guilherme Maximiano / Atuação: Fabiano Assis, Renata Flaiban e Paulo Dantas / Assessoria cênica: Ednaldo Freire / Assessoria para instrumentos e traquitanas musicais: Fernando Sardo /Assessoria em saxofone: Manuel Sousa Filho / Assessoria em dança e sapateado: Applause Dance Center / Assessoria em movimento: Luciana Viacava / Cenografia: Fabiano Assis / Cenotecnia: Paulo Dantas / Usinagem e soldas especiais: Archimedes Zanetti / Pintura de placas: Paula Galasso / Figurinos: Renata Flaiban / Costuras: Ateliê Célia e Durvalina Flaiban Zanete / Criação de luz e operação de som: Alex Nogueira / Fotografia: Ricardo Riberto / Projeto gráfico e ilustrações: Aida Cassiano

2013

Pré- estréia do espetáculo infantil “Três Variando”, em maio.

Companhia de Teatro – As Graças

Investindo em uma dramaturgia própria concebida, desenvolvida e encenada apenas por mulheres, a Cia. Teatral As Graças nasceu na Escola de Arte Dramática da USP, onde se encontraram Eliana Bolanho, Vera Abbud, Daniela Schitini e Juliana Gontijo.

Focado na palavra e no trabalho do ator, a companhia dedicou-se a um trabalho que parte da literatura, em busca de todos os alcances que a palavra propicia; como também em espetáculos que resultam da linguagem popular. “Utilizamos gêneros como a revista musical, a comédia de costumes e o melodrama com o intuito de realizar um teatro popular no qual o ator, seu corpo e sua palavra são o centro de todos os trabalhos”, explicam. 

Em atividade desde 1995, a Cia de teatro As Graças (formada pelas atrizes Daniela Schitini, Eliana Bolanho, Juliana Gontijo e Vera Abbud) tem em seu repertório catorze espetáculos autorais que já circularam por diversas cidades do Brasil (incluindo a capital paulista onde foram, várias vezes, contempladas com a Lei de Fomento ao Teatro da Cidade de São Paulo).

 

Entre as peças da companhia algumas têm inspiração no universo literário e são destinadas ao público adulto, outras abordam a linguagem de bonecos e são voltadas ao público infantil. A companhia também aborda outras linguagens como, por exemplo, o teatro de rua. Desde 2002 o grupo realiza o projeto Circular-Teatro, utilizando um ônibus que se transforma em palco para levar teatro ao público que encontram nas ruas e praças da cidade de São Paulo e diversas outras cidades do Brasil por onde passa.

 

Desde sua fundação a Cia As Graças convida, a cada espetáculo um diretor de teatro para participar do projeto. Nomes como Ednaldo Freire, Vânia Terra, Kleber Montanheiro, Regina Galdino, Marco Antonio Rodrigues, Vivien Buckup, Cris Lozano, Cibele Forjaz, Cristiane Paoli Quito, Leris Colombaioni, já dirigiram peças do repertório da companhia.

 

Desde 2013, As Graças iniciam uma nova jornada com o projeto Circular Teatro- Do Parque da Luz para o Brasil com a participação de André Carreira – estudioso e diretor de teatro que tem como proposta de seu trabalho o teatro de invasão – cidade como dramaturgia. Formado em artes plásticas pela UNB, e doutor pela Universidad de Buenos Aires. Leciona no Programa de Pós-Graduação em Teatro (Mestrado/Doutorado) da Universidade do Estado de Santa Catarina. Em 2007, Carreira lançou o livro Teatro de Rua: uma paixão no asfalto.

 

 

Espetáculos do grupo As Graças – Trajetória completa

 

Endecha das Três Irmãs, de Adélia Prado, direção e adaptação de Vânia Terra; vencedor da Jornada SESC de Teatro de 1995 e cumpriu temporada em 1996, no Centro Cultural São Paulo, marcando o início de uma identidade artística e estrutural do grupo.

Poemas para Brincar, de José Paulo Paes, adaptação de Juliana Gontijo e direção de Eduardo Amos MAMBEMBE 96 – Grupo; APCA 96 – Texto e PRÊMIO COCA-COLA 96 – Música e Categoria Especial/Teatro de Animação.

Sonhos de Einstein (1998) de Alan Lightman, direção e adaptação de Isabel Setti ;

 – Itinerário de Pasárgada (99) de Manuel Bandeira, direção e adaptação de Regina Galdino;

– O Vôo (2000) com direção de Cláudio Saltini e adaptação de Regina Galdino – indicado na categoria especial Teatro de Animação do Prêmio Pananco de 2000.

– O Vôo II – A grande corrida das máquinas voadoras(2002) com direção de Eduardo  Amos e texto de Regina Galdino; Prêmio APCA de 2001- Melhor espetáculo de bonecos.

Tem Francesa no Morro (2002) musical  com direção e texto de Kleber Montanheiro 

Em 2003 o grupo se dedicou ao projeto Circular-Teatro, que percorreu, em um ônibus-teatro, as cinco regiões da cidade de São Paulo apresentando todo seu repertório adaptado ao ônibus em um total de aproximadamente cento e vinte apresentações em mais de cinqüenta lugares diferentes. Este projeto foi patrocinado pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

Nas Rodas do Coração (2004) musical com direção de Ednaldo Freire e texto de Regina Galdino, criado especialmente para o projeto Circular Teatro;

Em 2005 a Cia As Graças realizou um estudo sobre a obra Nelson Rodrigues, com orientação de Cibele Forjaz e Regina Galdino e sobre a obra de Shakespeare com orientação de Cristiane Paoli-Quito e Marco Antonio Rodrigues, além de inciciar um treinamento musical com Lincoln Antonio.

Também em 2005 continuou apresentando seus espetáculos de repertório nas praças e ruas de São Paulo, através do Programa Municipal de Fomento ao Teatro, tendo também se apresentado em diversas cidades do Brasil, inclusive no festival Internacional de Porto Alegre.

Clarices (2006) com textos de Clarice Lispector e direção de Vivien Buckup ; contemplado com o Prêmio Funarte Mirian Muniz

Noite de Reis (2006) de Shakespeare, adaptação de Daniela Schitini e direção de Marco Antônio Rodrigues, criado para o projeto Circular Teatro; projeto contemplado pela Lei de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo e circulou por ruas, praças e parques da cidade em 2007 e 2008.

Tem, mas acabou! (2008), espetáculo infantil sobre morte e finais de ciclos com textos do grupo e de Ricardo Azevedo e direção de Cris Lozano.

Como Saber!, (2009) direção e dramaturgia de Leris Colombaioni, criado para o projeto Circular Teatro;

– Não Uma Pessoa,(2011) texto de Daniela Schitini e direção de Vivien Buckup.

Em 2013 o grupo foi contemplado com o PROAC para produção de espetáculo infantil e infanto/juvenil com a peça Bessarábia, uma feira de histórias, com dramaturgia de Juliana Gontijo e o grupo e direção de David Taiyu.

A montagem ocorreu em 2014, sendo indicada a 3 categorias no Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem: Figurino; Produção; Prêmio especial pela sensibilidade e talento na restauração e manipulação de bonecos artesanais do século 19, tendo ganho do prêmio especial.

Nos anos de 2012 e 2013 o grupo realizou uma pesquisa sobre histórias de frequentadores do Parque da Luz refletindo histórias da própria cidade de São Paulo e resultando no espetáculo ‘Marias da Luz’, com dramaturgia de Daniela Schitini e Nereu Afonso, inspirada nessas histórias e com direção de André Carreira.

O espetáculo cumpriu temporada no Parque da Luz em São Paulo e viajou por 12 capitais do Brasil, levando essas histórias para todas as regiões do país, através do projeto Circular Teatro: do Parque da Luz para o Brasil, contemplado pelo edital da Petrobrás.

Em 2014, ano em que o grupo completou 20 anos de existência com a mesma formação, ganhou o PROAC Circulação de Espetáculo de Rua para apresentarmos a peça ‘Marias da Luz’ por 10 cidades do interior de São Paulo.

 

Serviço:

 

Programação Gratuita

Livre

Cada espetáculo tem duração de 50 minutos

 

Dia 12/08 – sexta-feira

Praça Dr. Humberto Delboni /Paraisópolis

11h – Poemas para Brincar

16h – Nas rodas do Coração

 

Dia 13/08, sábado – Cohab Raposo Tavares /Terreno da Cultura

(Travessa Rio dos Touros, sem número)

11h – Poemas para Brincar

16h Nas rodas do Coração

 

Dia 14/08, domingo – Parque da Aclimação

(Rua Muniz de Sousa, 1119)

11h – Poemas para brincar

16h – Nas rodas do Coração

 

Dia 20, sábado – Calçadão do Iracema – Brasilândia

11h – Poemas para brincar

16h – Nas Rodas do Coração

 

Dia 21, domingo – Parque Ecológico do Tietê

(Rua Guira- Acangatara, 70 – Eng. Goulart, São Paulo)

10h30 – Poemas para brincar

15h – Nas Rodas do Coração

 

Dia 27/08, sábado – Minimostra de Teatro sobre Rodas no Parque da Luz

(Praça da Luz sem número, Bom Retiro)

13h – Um fusca em Cons(c)erto – Cia Rodamoinho

14h – Bang Bang À Pastelana,  com a Trupe  Irmãos Atada

15 h – Nas Rodas do Coração

 

 

Mais INFORMAÇÕES;

Assessoria de Imprensa: Ofício das Letras

Adriana Monteiro I Cris Santos