Sérgio Nogueira

Professor esclarece dúvidas de português dos leitores com exemplos e dicas que facilitam o uso da língua. Mostra erros comuns e clichês que empobrecem o texto.

1ª) AFIM ou A FIM?

AFIM é um adjetivo referente à afinidade: “Sentimentos afins”;

A FIM é conectivo que indica finalidade (= para): “Estudava muito, a fim de ser aprovado (para ser aprovado)”.

 

2ª) DEBAIXO ou DE BAIXO?

Usamos DEBAIXO sempre que a seguir vier a preposição DE: “O gato estava debaixo da mesa”; “Escondeu-se debaixo da cama”…

Se não houver a preposição DE, usamos DE BAIXO: “O apartamento fica no andar de baixo”.

 

3ª) DEMAIS ou DE MAIS?

Só usamos DE MAIS quando se opõe a “de menos” na expressão “não tem nada de mais”.

Nos outros casos, quando pode significar “muito, bastante” ou “o restante”, devemos usar DEMAIS: “Comeu demais”; “Os demais devem retornar amanhã”.

 

4ª) Como ficou o uso do hífen com prefixo “PAN-“?

O novo acordo ortográfico manteve a regra anterior: só haverá hífen se a palavra seguinte começar por “h”, “m”, “n” ou “vogais”: pan-helênico, pan-mágico, pan-negritude, pan-americano, pan-europeu, pan-asiático…

Nos demais casos, devemos escrever sem hífen: pandemia, panregional…

 

5ª) Como ficou o uso do hífen antes de algarismos e nomes próprios?

Também não houve alteração, ou seja, o uso do hífen continua obrigatório em todos os casos: sub-20, anti-Obama, pós-Lula, pró-FHC…

 

6ª) É possível ESCANEAR?

Segundo o VOLP e as novas edições dos nossos principais dicionários, pode.

É uma forma aportuguesada como surfar, estressado, futebol, abajur, espaguete, estrogonofe…

 

7ª) Jogos paraolímpicos OU paralímpicos?

Nos dicionários, só há registro de PARAOLIMPÍADAS e de jogos paraolímpicos, mas recebi uma orientação da direção de esporte da Globo para usar JOGOS PARALÍMPICOS. Dizem que é uma padronização sugerida pelos Comitês Olímpicos. Vem do inglês paralimpics games.

Sou contra, mas obedeço.

 

8ª) ESTADA ou ESTADIA?

Segundo os novos dicionários, ESTADA e ESTADIA, agora, são sinônimos.

Antigamente, ESTADIA era o período em que um navio ficava no porto para carga e descarga e ESTADA nos demais casos. Devíamos dizer a ESTADA de um hóspede no hotel, por exemplo.

Agora não se faz mais a diferença, É aceitável falar em ESTADIA de hóspedes em hotéis, de automóveis e de ônibus em garagens, de aviões em hangares…

Quando se trata de pessoas, prefiro a forma ESTADA.

 

9ª) Por que AUTOESTRADA e ALTO-RELEVO?

Com o prefixo AUTO, só há hífen quando a palavra seguinte começa por “h” ou por “vogal igual”: auto-hipnose, auto-observação. Nos demais casos, sempre escrevemos “tudo junto”, ou seja, sem hífen: autanálise, autocontrole, automedicação, autoatendimento, autorretrato, autossustentável, autoescola, autoestrada…

As palavras compostas com o adjetivo ALTO (alto-relevo, altos-fornos, altas-horas, alta-sociedade) e com o advérbio ALTO (alto-falante) devem ser escritas sempre com hífen.

 

10ª) VIGINDO ou VIGENDO?

O verbo VIGER (= vigorar, valer) é regular da 2ª conjugação. Deve seguir o modelo: temendo, perdendo, vencendo… Assim sendo, “a lei ainda está VIGENDO”, isto é, ainda está VALENDO, ainda é VIGENTE, ainda está na sua VIGÊNCIA.

Se VALEU, VENCEU…, “a lei VIGEU por pouco tempo”.

Fonte: Globo

Dando prosseguimento às listas criadas pelo Blog “TVxTV”, hoje é o dia de apresentarmos os 10 Melhores Atores Brasileiros de Todos os tempos. Essa lista não foi das mais difíceis de se fazer, porém temos alguns nomes que são considerados surpresas e atores da nova geração, o que pode tornar a lista mais polêmica. Confira:

10 – Marco Nanini – 1948

Falar de um ator que faz sucesso há quase 10 anos num formato que nunca foi o de maior sucesso na TV brasileira, que são as séries, já por si só é falar de um ator talentoso. Assim é Marco Nanini.
Ele começou sua vida profissional no teatro e, segundo ele próprio afirma, se apaixonou pela arte da interpretação e ali, muito jovem, decidiu que não mais iria abandonar esse trabalho. Nanini é um dos ícones da TV, tendo trabalhado praticamente desde a chegada da televisão no Brasil e um dos atores de maior sucesso na extinta TV Tupi.
Mesmo sendo apaixonado pelos palcos, Marco Nanini ficou nacionalmente conhecido mesmo pela TV, com papéis incríveis e atuações que beiram a perfeição em inúmeras novelas, o ator ganhou o respeito de autores, diretores e colegas de profissão que sempre o consideraram um exemplo na arte da interpretação.
Nanini tem um jeito diferente de atuar da maior parte dos atores, ele cria um perfil simples para seus personagens o que sempre o afasta da caricatura e o aproxima muito com os telespectadores, talvez por isso seja tão querido entre o povo brasileiro.
Só na TV Globo, Nanini fez 14 novelas até o ano de 1999, como Elas por Elas, Brega e Chique e Pedra sobre Pedra, este último talvez o maior sucesso entre as novelas do ator e que o fez ganhar inúmeros prêmios naquele ano. A última novela de Nanini foi em 1999, quando ele protagonizou a excelente novela das 7 Andando nas Nuvens, criando um dos personagens mais divertidos da década de 90.
Nanini também fez muito cinema, foram mais de 30 filmes que consolidaram sua carreira como ator de cinema, que ele também afirma gostar muito.
A partir de 2001 Marco Nanini estreou a nova versão de A Grande Família, seriado de humor de muito sucesso na década de 70. Ao lado de Marieta Severo e grande elenco, Nanini roubou a cena no papel do tinhoso Lineu Silva. A série fez tanto sucesso que mudou os planos da emissora. A idéia inicial era uma temporada só, curta, e o resultado está aí, até hoje na programação global.
Com tantos prêmios, tantos bons trabalhos e reconhecimento de todos, Marco Nanini é um ícone da interpretação no Brasil e por isso abre nossa lista em 10º lugar.

9 – José Wilker – 1944

Locutor de rádio, ator, autor, diretor, crítico de cinema, defensor da liberdade de expressão, ferrenho defensor do cinema nacional e grande, grande ator. Este é José Wilker.
A maior parte do público o conhece por seus inúmeros trabalhos na TV, mas o que não se sabe é que Wilker na verdade detesta a televisão. Ele já afirmou em diversas oportunidade que somente faz TV porque precisa sobreviver e no Brasil um ator não sobrevive sem trabalhos televisivos. Sua praia – como ele mesmo frisa – é o cinema, em que já fez mais de 50 filmes como ator e diretor e sempre busca aumentar esse cast.
Seu mais recente trabalho no cinema, O Bem Amado é considerado um grande filme por parte da crítica, mas não teve grande aceitação do público que preferiu a obra como novela, isso provocou muita revolta no ator que diz ser incomparável um trabalho no cinema com o da TV.
Na TV seria impossível definir qual o principal trabalho de José Wilker. Muitas pessoas consideram que seu principal papel foi de Luis Roque Duarte, o Roque Santeiro, na novela homônima considerada um dos maiores sucessos de todos os tempos na TV brasileira. Outro consideram sua participação em A Próxima Vítima na pele de Marcelo Rossi como uma grande composição. E os mais jovem dizem que, não há dúvidas que um dos melhores trabalhos de composição artística de José Wilker foi em Senhora do Destino, ao viver o ex-bixeiro Giovani Improta.
Seu último trabalho foi em Três Irmãs, quando viveu o papel de Francisco Macieira e fez inúmeras críticas a novela e ao personagem, chegando dizer que nem se lembrava de estar nessa novela.
José Wilker é também considerado um dos principais diretores da TV, tendo dirigido o inesquecível Sai de Baixo, da Rede Globo. Com tantos trabalhos bons, José Wilker sempre figura na lista de melhores atores do Brasil e para o blog ele é o 9º

8 – Rodrigo Santoro – 1975

Um ator com carreira sólida em seu país. Considerado um dos principais galãs de telenovelas e com uma carreira promissora pela frente. Ninguém tinha dúvidas que Rodrigo Santoro protagonizaria uma série de novelas na década de 2000. Todos, menos ele.
O ator se mostrou ousado ao abandonar toda essa estabilidade em prol de uma carreira internacional, deixando de lado a TV e partindo em busca de trabalhos no cinema de Hollywood. Essa escolha fez com que Santoro fosse, talvez, o ator mais zombado de todos os tempos entre os brasileiros.
Os motivos da zombaria certamente ficam por conta de sua participação no filme As Panteras em que o ator aparece, mas não tem uma única fala. Bobagem, pois todo e qualquer ator começou a carreira com papéis pequenos.
Aos poucos Santoro foi conquistando a crítica americana e os brasileiros acabaram percebendo que o país tinha um grande ator como seu conterrâneo, e a zombaria diminuiu bastante.
Ele começou sua carreira na TV e tem algumas novelas em seu currículo, como a excelente Olho por Olho e também em Mulheres Apaixonadas. Mas seu principal papel na TV brasileira foi em Hilda Furacão, quando o ator interpretou o ingênuo Frei Malthus, papel que lhe rendeu muitos prêmios e ótima crítica.
Ainda no Brasil, é preciso destacar sua participação na microssérie Hoje é Dia de Maria em que o ator viveu o personagem Dom Chico Chicote e emagreceu mais de 10 quilos para interpretar o papel.
No cinema, sucessos nacionais como O Bicho de Sete Cabeças e Carandiru o levaram para os EUA e lá fez filmes como As Panteras, Che, Post Grad e o seu maior sucesso que lhe rendeu prêmios e uma pré-indicação ao Globo de Ouro, 300, quando Santoro interpretou Xerxes de forma brilhante.
O ator ainda tem em seu currículo ter trabalhado na mais conhecida série em todo o mundo. Na 4ª temporada de Lost, Rodrigo Santoro viveu o papel do brasileiro Paulo, um dos sobreviventes. O papel não decolou e os produtores mataram o personagem e sua namorada Nikki, mas ambos tiveram um episódio especial centrados em si.
Por todas essas conquistas, essa ousadia e ter coragem de deixar seu país para correr atrás do sonho e realizar trabalhos com competência, Rodrigo Santoro aparece em 8º lugar na nossa lista de melhores atores nacionais.

7 – Osmar Prado – 1947

Um ator que sabe se despir de si mesmo na composição de um personagem. É assim que os diretores de TV gostam de definir Osmar Prado, um dos principais nomes da Rede Globo e que gosta de fazer novelas.
Prado já disse mais de um vez que seu forte é o trabalho na TV, em que ele se destaca, se identifica com o veículo e com a forma de se atuar, por isso prefere fazer novelas a fazer filmes.
São mais de 20 novelas desde que começou em 1965 na novela Ilusões Perdidas em que fez apenas uma ponta. Desde então Osmar Prado não parou mais de fazer televisão e viu seus papéis irem crescendo conforme ele tinha oportunidade de mostrar seu talento para diretores, autores e também ao público.
Em 1976 o ator teve seu primeiro destaque no país ao encarnar Getúlio na novela Anjo Mau e conquistar o país por sua interpretação forte, seu jeito de dominar as câmeras e roubar as cenas. Ainda na década de 70, 1979, outro trabalho de destaque. Pai Herói, considerada ainda hoje uma das melhores novelas do Brasil teve Osmar Prado no elenco vivendo Pepo e emocionando os telespectadores.
Osmar Prado também é lembrado por sua interpretação em Mandala, no papel de Gérson, o ator mostrou todo seu talento em cenas fortes, ousadas e muito bem escritas.
Poucos atores tem a felicidade que Prado teve. Em 4 anos, 4 novelas e 4 papéis muito elogiados. 1992 em Pedra sobre Pedra, viveu Sérgio Cabeleira, 1993 foi a fez de interpretar Tião Galinha, que muitos consideram seu principal papel até hoje em Renascer. Em Éramos Seis, novela de 1994 ele viveu Zeca e deu show de interpretação e em 1995 no papel de Clóvis de Sangue do meu Sangue Osmar venceu vários prêmios.
De lá pra cá são muitos trabalhos e muitos destaques, o que comprova o talento do ator. Seu mais recente trabalho foi em Caminho das Índias no papel de Manolo, Osmar Prado arrancou muitas risadas do público.
Com essa carreira de respeito, Osmar Prado é tido como um dos grandes atores do país e aparece em 7º lugar da nossa lista.

6 – Selton Melo – 1972

Novamente um ator da nova geração. E um ator que também desafiou os costumes da interpretação no Brasil ao abandonar – ao menos por um longo tempo – os papéis em novelas, preferindo atuar no cinema e nas séries. Este é Selton Melo.
O ator é tido por praticamente todos os críticos como o melhor ator de cinema atualmente no Brasil e, já é muito respeitado fora do país, tendo recebido alguns prêmios por seus trabalhos no cinema.
Mas Selton Melo já fez muita novela, principalmente na década de 90, quando mesmo jovem, já tinha seu talento despontando e mostrava que seria um dos principais atores do país. O ator explodiu no Brasil na novela Pedra sobre Pedra, ao interpretar Bruno, papel pequeno e que ganhou destaque graças a interpretação brilhante de Melo. Em seguida, em 1993, ele estava em Olho por Olho e roubou a cena vivendo Juca e já fazendo a crítica se derreter com sua atuação. Em Tropicaliente, Selton Melo mostrava que sabia compor muito bem seus personagens ao dar vida a Vítor Velásquez. É incrível como até mesmo em novelas Selton Melo só fez papéis de destaque e com ótimas críticas, como em A Próxima Vítima, a Indomada e Força de um Desejo.
No cinema, o ator tem sua carreira solidificada. Ele mesmo diz ser um apaixonado por cinema e preferir cinema a TV. Uma de suas principais atuações foi logo entre as primeiras, em O Auto da Compadecida, Selton foi Chicó e roubou a cena, sendo considerado pela crítica a principal atuação de humor da história do cinema nacional, o que não é pouca coisa.
Filmes como Lisbela e o Prisioneiro, Caramuru – a invenção do Brasil e Lavoura Arcaica serviram para consolidar a carreira do ator no cinema. Para em seguida ele estar em grandes filmes como Meu Nome não é Jhonny e Os Desafinados.
Em 2009, o ator pôde ser visto em dois filmes, sempre como protagonista. Em Mulher Invisível e Jean Charles, Selton Melo empresta seu talento aos personagens e faz grandes trabalhos, nos dois filmes o ator já foi premiado, inclusive internacionalmente e muita gente considera que é questão de tempo, para Selton Melo chegar aos grandes prêmios do cinema mundial.
Com esse talento e essa capacidade de atuar, seria impossível deixar Selton Melo de fora duma lista de melhores atores, por isso o blog o elegeu o 6º melhor ator brasileiro.

5 – Tony Ramos – 1948

Ninguém sabe criar tipos como ele. Ninguém sabe se despir de um personagem e se vestir em outro completamente diferente e tão rápido como ele. Este é Tony Ramos, talvez o principal nome das telenovelas brasileiras desde sempre.
O ator nunca escondeu sua paixão pela TV. Não é de trabalhar frequentemente no teatro, onde diz não dominar o palco como domina as câmeras de TV. É praticamente uma Glória Pires versão homem, ou seja, se identifica demais com as telenovelas e não consegue deixar de faze-las. Se for feita uma pesquisa, é bem possível que se descubra que Tony é o ator que mais faz novelas no Brasil.
Que ator no mundo pode dizer que estourou em sucesso no seu primeiro papel? Poucos, e Tony Ramos pode, quando interpretou em 1965 Vevé em A Outra, novela da extinta TV Tupi.
Depois disso, praticamente todos os anos os telespectadores viram Tony Ramos em alguma novela, em algumas vezes em mais de uma novela por ano, feito para poucos atores do país.
Na Rede Globo, seu primeiro sucesso foi em O Astro, no papel de Márcio Hayala, sendo muito elogiado na época. Depois disso, Tony Ramos esteve em quase todos os grandes sucessos da TV: Pai Herói, Baila Comigo, Selva de Pedra, Bebê a Bordo, Rainha da Sucata, Felicidade, Olho no Olho, A Próxima Vítima, Torre de Babel, Laços de Família, O Clone.
Os autores globais já sabem, se em sua novela houver um personagem que precisa criar um tipo, chamem Tony Ramos. Ele faz isso com maestria, como o fez na novela Cabocla, ao interpretar o divertido Boanerges, ou então em Belíssima ao viver o desajeito Nikos Pretrakis. Seu mais recente trabalho na TV foi também um tipo, Opash Ananda, na novela Caminho das Índias, fez grande sucesso junto ao público.
Com um currículo desses seria impossível deixar Tony Ramos de lado numa lista séria, por isso ele aparece como o 5ºmelhor ator brasileiro da história.

4 – Lima Duarte – 1930

Ele nasceu ator. Está no sangue, um talento inato e que poucas pessoas podem dizer que tem. Essa é a definição de um diretor global a Lima Duarte, um dos principais atores brasileiros em todos os tempos.
Lima Duarte tem a honra de dizer que faz novela desde muito tempo, quando elas ainda eram ao vivo na TV, na década de 50 e o ator tinha que mostrar um talento ainda maior, pois não poderia ter erro e ali ele já mostrava toda sua capacidade brilhante de interpretação.
Fazer sucesso numa telenovela antes da década de 70 não é fácil e ser lembrado ainda hoje por essa novela é mais difícil. Lima Duarte foi o principal nome da novela que assombrou o país e mudou os moldes de se fazer novela no Brasil. Beto Rockfeller marcou a história do país e colocou Lima Duarte entre os principais nomes de atuação, com a crítica se rendendo a seu talento e os telespectadores ficando pasmos com sua capacidade de atuar.
E ele continuou assombrando a todos com seu talento, sempre interpretando papéis fortes e com grande carga emotiva, como em O Bem Amado ao viver Zeca Diabo, considerado ainda hoje um de seus principais personagens. Em 1979 estava lá, Lima Duarte em Pai Herói para novamente fazer parte do elenco que mudou a forma de se fazer e ver novela.
A década de 80 colocou Lima Duarte como o principal ator do país ao interpretar dois papéis inesquecíveis. Em 1985 em Roque Santeiro, Lima atuou brilhantemente como o Sinhozinho Malta e ganhou a paixão incondicional do povo brasileiro. Quatro anos depois estava ele novamente encantando o país ao viver Sassá Mutema em O Salvador da Pátria.
Sempre fazendo novelas e muitas, como Pedra sobre Pedra, Fera Ferida, A Próxima Vítima, A Indomada e Belíssima, o ator ganhou inúmeros prêmios ao longo da carreira e tem milhares de fãs espalhados por todo o Brasil.
Seu mais recente trabalho também foi Caminho das Índias, quando interpretou Shankar e emocionou os telespectadores em algumas cenas ao lado de Laura Cardoso, outro monstro sagrado.
Por ser tudo o que é, praticamente a História da TV é que Lima Duarte não pode ser deixado de lado e aqui, está em 4º lugar.

3 – Antônio Fagundes – 1949

Um homem que só no Brasil recebeu mais de 100 prêmios ao longo da carreira. A pessoa calma e que quando interpreta parece que sofre uma mutação completa. Esse é Antônio Fagundes.
Começou para a TV em 1968, um pouco mais tarde que seus colegas da mesma geração, mas mostrou logo seu talento numa pequena ponta que fez em Antônio Maria. Depois disso recebeu mais convites e teve papéis maiores, mas nada se comparado ao seu trabalho de 1973 que o colocou na lista dos principais nomes da TV na época. Na primeira versão de Mulheres de Areia, Fagundes foi Alaor e conquistou os telespectadores com sua atuação firme.
No ano seguinte, um papel completamente diferente e que levou as mulheres ao delírio. Na novela O Machão, ele foi Petruchio e provocou risos com uma interpretação considerada na época como das mais brilhantes.
Ainda na década de 70, Fagundes recebeu o título de garanhão do país ao atuar na novela Saramandaia interpretando Lua Viana. Em seguida, em 78 ele esteve no elenco de Dancing Days como Cacá e colaborou com a novela que parou o Brasil na época.
Seria difícil definir qual o melhor trabalho de Antônio Fagundes devido a grande quantidade de papéis considerados acima da média, sempre graças a sua brilhante interpretação. Novelas como Corpo a Corpo, Vale Tudo, Rainha da Sucata, Renascer, A Viagem e o Rei do Gado marcam a carreira do ator que é um dos nomes mais lembrados pelos telespectadores.
Fagundes além de novelas, se destaca também com séries, como em Carga Pesada, em que ele interpretou por muitos anos o caminhoneiro Pedro e também em Labirinto, uma das principais séries da TV em que ele foi Ricardo Velasso. As crianças da década de 90 também tem um carinho especial por Antônio Fagundes, pois ele viveu Rogério Silva na série infantil mais cultuada pela geração anos 90, Mundo da Lua.
Seu mais recente trabalho foi na novela Duas Caras, interpretando o líder Juvenal Antena e criando tipo, alegrando os telespectadores e presentando-nos com mais uma ótima atuação e com tantas atuações brilhantes, nada mais justo que Antônio Fagundes seja eleito o 3º melhor ator brasileiro em todos os tempos.

2 – Paulo Autran – 1922 – 2007

Um dos principais nomes da interpretação brasileira e que não é conhecido do grande público, simplesmente porque optou desde muito tempo a não trabalhar na TV, mas permanecer com sua grande paixão, o teatro. Assim se define Paulo Autran.
O ator encenou ao longo de sua vida mais de 100 peças teatrais e é considerado pelos críticos como o mais completo ator de teatro no Brasil em todos os tempos, dominando os palcos com uma maestria poucas vezes vista ao redor de todo mundo. Autran decidiu que se dedicaria ao teatro e cumpriu seu desejo ao recusar centenas de ótimos papéis na TV, afirmando que fazer novela não era seu forte e que os papéis desse tipo não permitiam que o ator criasse, ficando preso pelas câmeras.
No teatro ele já interpretou grandes nomes conhecidos no mundo, como Otelo, Hamlet, Dom Juan, entre tantos outros. Mas a crítica é praticamente unânime ao afirmar que ninguém no Brasil interpretou Otelo com a maestria de Paulo Autran que criou nuances nunca antes visto na criação desse personagem, tornando-o ainda mais rico do que ele já era.
Paulo Autran também fez cinema, pouco, mas fez. Seu principal filme foi Fogo e Paixão de 1988 em que ele foi elogiadíssimo pela crítica, mas logo frustrou a todos ao abandonar também o cinema. Seu último filme foi uma pequena participação em O Ano em que meus pais saíram de férias.
Autran poderia facilmente se gabar de ser um ator que praticamente não fez televisão e ainda assim esteve numa das principais novelas de todos os tempos que mudou a forma de se fazer novela de humor. Em Guerra dos Sexos, ao lado de Fernanda Montenegro, Autran protagonizou as cenas mais divertidas e bizarras da história da TV, como a inesquecível cena da guerra de doces em que ele e Montenegro sujam um ao outro com a comida do café da manhã.
Paulo Autran nos deixou em 2007, mas ainda hoje é lembrado com carinho e respeito pelos fãs e por sua obra ele aparece como o segundo melhor ator brasileiro de todos os tempos.

1 – Raul Cortez – 1932 – 2006

Um ator que faz tudo o que se propõe com maestria. Um homem que ultrapassa o limite do incrível quando atua. Essas são as definições de diretores e colegas de elenco a Raul Cortez.
Cortez também começou no teatro, assim como Paulo Autran e resistiu bastante para aceitar trabalhar na TV, para ele, cinema e teatro eram formas muito melhores de se trabalhar a arte da interpretação. Nos anos de 50 e 60 o ator era sempre visto nos filmes e peças, de todos os tipos, desde romances quentes até filmes quase religiosos e regionais, também em peças épicas, o que mostrava sua capacidade de atuação.
Mas no fim da década de 60, Raul Cortez se rendeu a insistência de todos e aceitou trabalhar na TV, foi para nunca mais sair. Paixão a primeira vista como ele mesmo gosta de definir.
Em 1970 ele esteve no elenco de Beto Rockfeller, o filme e assombrou o mundo com seu talento e sua capacidade de interpretação, muitos que o consideravam como ator apenas de teatro deram a mão a palmatória e se renderam a seu talento justamente nessa novela.
1976 foi o grande ano de Raul Cortez no cinema. Ele fez O Seminarista e foi tão elogiado pela crítica e por todos que disse ter ficado até constrangido diante de alguns colegas de elenco.
Na TV, ele esteve em grandes novelas, sempre com ótimas interpretações como em Xeque-mate, novela de 1976 e que consagrou Cortez como ator de TV. Mas foi no final da década de 80 que Raul Cortez passou a ser considerado um dos principais atores do país, por estar em três novelas e roubar a cena. Em 1987 em Brega e Chique ele conquistou todo o país, depois no mesmo ano, ele esteve em Mandala e mostrou todo seu talento. Em 1990, Cortez selou sua ótima fase na novela Rainha da Sucata.
Sempre teve ótimos trabalhos como Mulheres de Areia e Perigosas Peruas, mas ele mesmo sempre disse que sua melhor atuação, seu melhor papel e sua melhor novela foi O Rei do Gado, na pele de Geremias Berdinazzi ele encantou o país e fez praticamente toda a população parar para acompanhar a trama.
Em Terra Nostra, Cortez chocou o telespectador interpretando Francesco Maglianno e se envolvendo com uma mulher muito, muito, muito mais nova, interpretada por Maria Fernanda Cândido.
O ator faleceu em 2006, deixando uma lacuna que nunca será preenchida novamente na TV brasileira. Mesmo assim, ele tem tantos trabalhos que é inesquecível e foi eleito pelo blog como o melhor ator brasileiro de todos os tempos.

As instituições de ensino superior deverão dar as bolsas conforme a classificação dos estudantes que não foram pré-selecionados no programa, em processo seletivo para as turmas iniciadas no primeiro semestre deste ano, e conforme o desempenho acadêmico, mensurado pela instituição, para as turmas iniciadas anteriormente ao primeiro semestre.

Segundo a portaria, terão prioridade na ocupação das bolsas os estudantes professores da rede pública de ensino regularmente matriculados em cursos de licenciatura, normal superior e pedagogia.

Se ainda assim sobrarem bolsas, elas serão oferecidas  no próximo processo seletivo correspondente do Prouni, de forma a cumprir a proporção de bolsas legalmente estabelecida.

A instituição deverá divulgar em locais de grande circulação de estudantes e em seus sites na internet as regras previstas nesta portaria, o número de bolsas disponíveis em cada curso e turno de cada local de oferta de cursos, e a lista dos estudantes inscritos para as bolsas disponíveis em cada curso e turno de cada local de oferta de cursos e, posteriormente, dos estudantes aprovados e reprovados.

Para concorrer à bolsa integral (100% do valor da mensalidade), o candidato deve comprovar renda familiar por pessoa até um salário mínimo e meio (R$ 1.017). Para as bolsas parciais (50% do valor da mensalidade), a renda familiar deve ser até três salários mínimos (R$ 2.034) por pessoa. Veja a lista de documentos necessários

Ao receber a documentação entregue pelo candidato, a instituição deve, obrigatoriamente, entregar o Protocolo de Recebimento de Documentação do Prouni. Contudo, o candidato deve ficar atento, pois esse procedimento não afasta eventual exigência de entrega de documentos adicionais caso seja julgado necessário pelo coordenador do Prouni na instituição.

Podem participar do programa estudantes que fizeram o ensino médio integralmente em escola pública ou que tenham obtido bolsa integral em instituições particulares. Os candidatos também não podem ter diploma de ensino superior nem estar cursando uma faculdade pública pública. Neste caso, se o candidato for aprovado no Prouni, vai ter que optar por uma das duas instituições.

Pessoas com deficiência e professores da rede pública de ensino também podem participar. Os professores só podem se inscrever para cursos de licenciatura para formação na educação básica. O site do Prouni traz um “tira-dúvidas” sobre o programa.

Duas antologias participam da festa literária: uma de moradores do Calabar e http://2.bp.blogspot.com/-h9-Y7qAC8kU/UUpnLFZDDeI/AAAAAAAAAK4/a6U2ezj8KE8/s1600/img.recantodasletras.net.jpegoutra com 122 poetas do mundo inteiro
Valdeck Almeida de Jesus participará

do 27º Salão do Livro e Imprensa de Genebra (Suíça) e vai lançar, no estande D426, do Varal do Brasil, dentre outros, os livros “Abre a Boca, Calabar” (Capa: Carlos Conrado Spykezem) e “Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus – 2012″, com capa de Nilda Lima Graeser. O Salão do Livro acontece no Palexpo, de 1º a 5 de maio de 2013, das 9 às 19 horas, e reúne literatura e imprensa do mundo inteiro. O convite foi feito pala escritora Jacqueline Aisenman, que participa da feira pela segunda vez com um estande da Editora Varal do Brasil. Jacqueline é brasileira e mora em Genebra há mais de vinte anos, sempre envolvida com cultura e literatura. Além de expositora, ela também promove a revista eletrônica Varal do Brasil – literário sem frescura!, que divulga milhares de escritores.A nova edição do livro “Abre a Boca, Calabar” (Pimenta Malagueta Editora), resultado do concurso literário realizado pela Biblioteca Comunitária do Calabar, foi lançada em 2012 na sede da instituição, em Salvador-BA. Nas edições de 2009 e 2010, o projeto foi idealizado e patrocinado pelo jornalista e escritor Valdeck Almeida de Jesus, que continua incentivando a iniciativa. Em 2012 a publicação recebeu apoio da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), por meio do edital Calendário das Artes. A obra prestigia jovens do bairro Calabar e reúne os 50 autores que participaram das edições anteriores.

Escritores do livro

A edição de 2012 tem poemas de: Amanda Beirão, Ariana Santos Veloso de Jesus, Bruna Santos de Jesus, Caique Neri Brito, Caissa Pita Vasconcelos, Cauan Roque Almeida dos Santos, Crislanda Neves, Eberton de Jesus, Ester da Silva Moraes, Fabio Neves Conceição, Felipe Silva Beirão, Gilson Assis, Iradir Pereira da Silva, Isla Gabriele Santos de Oliveira, Janaina Bonfim dos Santos, Joyce Regia Dias da Silva, Julia Reis Bispo dos Santos, Jussara dos Santos, Kevin Carvalho dos Santos, Keyla Trigueiros Rodrigues dos Santos, Leonardo Conceição, Lucas Santos da Silva, Lucilene Lima Pires, Luís Henrique Beirão Santos, Luís Maurício dos Reis Soledade, Marcos Peralta, Joara Ledoux, Marcos Vinicius, Maria do Carmo Abade Bento, Maria Luiza Lacerda, Mel Oliveira, Milena Borges dos Santos, Nadson Almeida Beirão, Nicolas Dias da Silva, Nubia Trigueiros Rodrigues, Rafael Beirão Dantas, Rafaela Beirão Dantas, Raiane Beirão Dantas, Rayla Bispo Nascimento, Rebeca Trigueiros Rodrigues dos Santos, Robespierre Dantas, Rodrigo Rocha Pita, Samuel dos Santos Moraes, Tacila Cerqueira, Tainá Silva, Talita Trigueiros Rodrigues dos Santos, Tamires Araujo, Tarcisio Trigueiros Rodrigues, Tayná Trigueiros Rodrigues e Wesley dos Santos Lopes.PRÊMIO VALDECK ALMEIDA

O livro contém poemas de 122 poetas do mundo inteiro, a maioria de brasileiros que participaram do concurso “Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus 2012″. A ideia do concurso surgiu em 2005, por iniciativa dO jornalista e escritor Valdeck Almeida, que escreve desde os 12 anos de idade e só conseguiu publicar o primeiro livro aos 39 anos. O projeto tem apoio do Plano Nacional do Livro e Leitura, que divulga a iniciativa no site oficial. O núcleo baiano da União Brasileira de Escritores-UBE, também dá apoio de divulgação ao projeto.A edição 2012 traz poemas de autores brasileiros e poetas do Japão, Suíça, Inglaterra, Estados Unidos e Portugal. Os dez primeiros colocados foram 1º – Vai, Carlos, vai ser Drummond na vida (Ana Claudia de Souza de Oliveira); 2º – Memórias póstumas de Quincas Borba (Edweine Loureiro); 3º – Vida dura (Éber Sander); 4º – Um desconhecido no canto da sala (Simone Pessoa); 5º – Um Brasil apaixonado por futebol (Arai Terezinha Borges dos Santos); 6º – Monólogo da solidão (Nubia Estela); 7º – Lembranças (Renata Paccola); 8º – Delírios de um Poeta em Desamor (Rossandro Laurindo); 9º – O devorador de livros (Ana Lucas); 10º – É assim, Fulano (Flávia Brito). Os jurados escolheram, também, menções honrosas: Incubus (Ana Claudia de Souza de Oliveira); Crônica de um Fygura (Nádia da Rocha Ventura); O amor de Cler (Expedita Gomes de Araújo); A cigarra e o poeta (Zelito Magalhães); O Macondo de Gabriel García Márquez (Viviana Carolina Mendez Rocha Podlyska); Copa 2014 no país de Jorge Amado (Terezinha Santos de Amorim); A Realidade (Sandro Sussuarana); A intenção (Osmar Santos); A Cidade dos Errados (Marcelo de Oliveira Souza); A menina do raio de sol (Mano Kleber). A lista completa de todos os selecionados está neste link do site Galinha Pulando.

A professora Cynthia Sarti assume a direção da editora universitária

O catálogo da Editora da Unifesp, fundada em 2008, deve ficar maior na próxima Bienal do Livro de São Paulo (26/08 a 04/09), quando serão lançados mais quatro títulos:Formas do Teatro de Comédia – a obra de Oduvaldo Vianna, de Wagner Martins Madeira; A História da Democracia: um ensaio sobre a libertação do povo, de John Dunn; Lições para o homem casado (Portugal –séculos XIV-XVI), de Leandro Alves Teodoro, e Sociologia e superfície: uma leitura dos escritos de Siegfried Kracauer até 1933, de Patrícia da Silva Santos. Mas, mais do que isso, durante a Bienal, a editora universitária quer comemorar a sua refundação.

Catálogo da Editora da Unifesp deve alcançar a marca de 100 títulos até o fim de 2016 | © Divulgação

Catálogo da Editora da Unifesp deve alcançar a marca de 100 títulos até o fim de 2016 | © Divulgação

Para a missão de reestruturar a casa, a universidade chamou José Castilho Marques Neto para fazer um amplo diagnóstico e sugerir uma série de mudanças. “A reitoria da Unifesp me chamou e pediu um trabalho de consultoria que elevasse a sua editora ao mesmo patamar de outras editoras universitárias, incluindo um esquema de vendas, de divulgação, de participação de eventos de forma mais sistemática e de recriação do seu catálogo com o objetivo de dialogar com o público leitor”, explicou Castilho. “A editora nunca parou de editar, mas ela nunca tinha se constituído como uma editora voltada para além da própria universidade”, atestou.

Uma das primeiras medidas foi a nomeação de uma diretora editorial, cargo até então inexistente dentro da estrutura da editora. A escolhida foi a professora Cynthia Sarti, vinda da área de Antropologia do campus de Guarulhos, que assumiu o cargo no início dessa semana. “Hoje tem poucos livros da Unifesp circulando nas livrarias e a nossa ideia é ampliar esse sistema de comercialização”, disse a professora ao PublishNews. Além de aumentar a visibilidade dos livros no varejo tradicional, a Unifesp vai lançar, durante a Bienal, uma loja virtual na qual serão vendidos os seus livros e livros de outras editoras universitárias.

'Lições para o homem casado' é um dos lançamentos da Unifesp previstos para a Bienal de SP | © Divulgação

‘Lições para o homem casado’ é um dos lançamentos da Unifesp previstos para a Bienal de SP | © Divulgação

Em outra frente, Cynthia tem a missão de criar uma marca própria da editora, desenvolvendo uma linha editorial. “A nossa ideia não é mais apenas receber, acolher, avaliar e publicar livros que nos são entregues pelos professores da universidade, mas trabalhar mais fortemente na prospecção e também na indução de novas publicações vindas tanto de dentro da universidade quanto de fora”, explicou.

Para isso, a editora deve criar coleções pensadas a partir das áreas de atuação da universidade. Além disso, Cynthia deve encabeçar um novo conselho editorial composto por mais dez pessoas: sete delas vindas da Unifesp e outras três figuras que tenham reconhecimento acadêmico na sociedade brasileira. A decisão de colocar no conselho três representantes de fora da universidade tem como objetivo atrair publicações de fora. “Não seremos mais uma editora que só veicula o que é produzido dentro da universidade. Queremos promover um diálogo mais amplo possível com outras universidades, de dentro e de fora do país”, completou.

“Como a Unifesp é uma universidade que nasceu no campo da saúde, temas de interseção entre conhecimentos da área de humanas e as ciências médicas é um dos nossos campos de atuação no qual queremos continuar com muita força, mas o novo conselho editorial será responsável por desenvolver novas frentes”, comentou Cynthia. A nova diretora adiantou ainda que outro foco do catálogo, que deve alcançar a marca de 100 títulos publicados até o fim de 2016, daqui para frente deverá ser a área de Direitos Humanos, em especial livros que debatam questões de gênero e estudos sobre violência. “Esses são campos já instituídos dentro da universidade e são assuntos importantes na sociedade atual. Então, são temas nos quais a gente vai querer se concentrar bastante daqui em diante”, observou.

Na Bienal, além dos lançamentos, a editora ocupará 20 m² do estande da Associação Brasileira das Editoras Universitárias (Abeu) onde fará um evento para apresentar a nova Editora da Unifesp, no dia 26, a partir das 17h30.

Grupo de teatro ‘As Graças’ e seu ônibus-teatro

O grupo de teatro ‘As Graças’ apresenta em seu ônibus-teatro Poemas para Brincar,Nas Rodas do Coração e mais dois espetáculos convidados; Bang Bang À Pastelana,  com a Trupe  Irmãos Atada e “Um Fusca em Cons(c)erto”, da Cia. Rodamoinho, às sextas, sábados e domingos de agosto no projeto “Sede sobre rodas – Circular Teatro”

Dias 12, 13,14, 20, 21 e 27/08, sextas, sábados e domingos

Em Paraisópolis, Cohab Raposo Tavares, Parque da Aclimação, Brasilândia, Parque Ecológico do Tietê e Parque da Luz

Espetáculos Poemas para Brincar, Nas Rodas do Coração, Bang Bang À Pastelana, com a Trupe  Irmãos Atada e “Um Fusca em Cons(c)erto”, da Cia. Rodamoinho

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Programação:

 

Dia 12/08 – sexta-feira

Praça Dr. Humberto Delboni /Paraisópolis

11h – Poemas para Brincar

16h – Nas rodas do Coração

 

Dia 13/08, sábado – Cohab Raposo Tavares /Terreno da Cultura

(Travessa Rio dos Touros, sem número)

11h – Poemas para Brincar

16h Nas rodas do Coração

 

Dia 14/08, domingo – Parque da Aclimação

(Rua Muniz de Sousa, 1119)

11h – Poemas para brincar

16h – Nas rodas do Coração

 

Dia 20, sábado – Calçadão do Iracema – Brasilândia

11h – Poemas para brincar

16h – Nas Rodas do Coração

 

Dia 21, domingo – Parque Ecológico do Tietê

(Rua Guira- Acangatara, 70 – Eng. Goulart, São Paulo)

10h30 – Poemas para brincar

15h – Nas Rodas do Coração

 

Dia 27/08, sábado – Minimostra de Teatro sobre Rodas no Parque da Luz

(Praça da Luz sem número, Bom Retiro)

13h – Um fusca em Cons(c)erto, Cia Rodamoinho

14h – Bang Bang À Pastelana, com a Trupe Irmãos Atada

15 h – Nas Rodas do Coração

 

Durante o mês de agosto o Grupo de Teatro As Graças vai circular por praças, parques e ruas de São Paulo para levar gratuitamente ao público espetáculos de seu repertório e mais dois convidados que também trabalham em palcos itinerantes para uma minimostra de encerramento no Parque da Luz. A minimostra que encerra esta circulação do mês de agosto Contemplada no edital PROAC Território das Artes terá, além das apresentações, um debate aberto sobre teatro sobre rodas, às 16h.

 

Espetáculos:

 

Nas Rodas do Coração

 

O espetáculo Nas Rodas do Coração foi concebido com endereço certo: as ruas.

Uma comédia musical que conta a história de uma companhia de teatro mambembe que apresenta seu repertório pelas ruas da cidade de São Paulo. Enquanto as pequenas histórias, inspiradas nos sambas de Adoniran Barbosa, são encenadas, as atrizes descobrem as falcatruas da dona da companhia e tentam, nos bastidores, desmascarar os golpes da vilã. O espetáculo é um musical inspirado no universo de Adoniran Barbosa e na estrutura do melodrama, concebido originalmente para ser encenado em cima do ônibus- teatro-itinerante. Estreou em fevereiro de 2004 no centro de São Paulo, no projeto Circular Teatro. 

 

Ficha Técnica:

Texto: Regina Galdino

Direção: Ednaldo Freire

Direção Musical: Mario Manga e Adilson Rodrigues

Músicas: Adoniran Barbosa

Elenco: Eliana Bolanho, Juliana Gontijo e Vera Abbud

Atriz convidada: Paola Musatti

Figurinos e Cenários: Kleber Montanheiro

Coreografia: Fernando Neves

Técnica de Som: Sabrina Novaes

Técnico de Luz: Flávio Pires

Técnicos de palco: Carlos Ceiro e Paulo Pellegrini

Arte Gráfica: Luiz Maia

Design Gráfico: Pedro Maia

Motorista do ônibus: Claudinei Amaral

Produção e Administração: Eneida de Souza

Concepção e realização: As Graças

 

Poemas para Brincar

Em ‘Poemas para brincar’ bonecos ganham vida através das palavras, sons, músicas e poesia, numa contínua brincadeira.
A poesia de José Paulo Paes, música e a linguagem mágica dos bonecos integram o espetáculo, no qual a criança é convidada a brincar; de bola, de pião e de poesia.

Ana e Juca são duas crianças que inventam uma maneira diferente de brincar: através do jogo de palavras descobrem o universo da poesia. Cada poema se torna uma grande jornada por um mundo de imaginação, sonho e alegria.

 

Na medida em que aborda o universo infantil, o teatro de bonecos é como um brinquedo mágico, onde as figuras inanimadas, cúmplices das brincadeiras da criança, uma vez no palco, assumem vontades e desejos próprios. A imaginação torna-se realidade. Crianças e bonecos brincam juntos e são transportados para outra dimensão. Um estímulo à capacidade natural da criança de encontrar, através da arte e do jogo cênico, respostas para sua grande curiosidade em relação ao mundo real.

 

O espetáculo cumpriu temporada no teatro Cacilda Becker em 96, nos teatros Alfredo Mesquita e Alceu de Amoroso Lima em 97 e no teatro Crowne Plaza em 98.

Realizou ainda apresentações em várias unidades do SESC, Casas de Cultura e escolas de São Paulo e participou do Projeto Móvel de Cultura e Meio Ambiente da Comunidade Solidária do Governo Federal, em 1999.

Recebeu no ano de 1996, os prêmios:
 MAMBEMBE, APCA e PRÊMIO COCA-COLA nas categorias de melhor música e melhor teatro de animação.

Recentemente, o espetáculo esteve em cartaz na ‘Mostra de Repertório As Graças – Ocupação do Parque da Luz’.

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FichaTécnica:

Poesias: José Paulo Paes

Roteiro Teatral: Juliana Gontijo

Direção: As Graças

Assessoria Artística: Eduardo Amos

Criação e Confecção dos Bonecos: Luiz Maia, Beto Lima, Pantan e Oficina de Bonecos

Músicas: Madan

Trilha Sonora: Alessandro Laroca Madan

Cenário: Luiz Maia

Técnica de Som: Sabrina Novaes

Técnico Luz: Flávio Pires

Técnicos de Palco: Carlos Ceiro, Paulo Pellegrini

Motorista do ônibus: Claudinei Amaral

Arte Gráfica: Luiz Maia

Design gráfico: Pedro Maia

Fotos: Graziella Moretto e Penna Prearo

Atrizes Manipuladoras: Vera Abbud, Juliana Gontijo e Eliana Bolanho

Concepção e Realização: Cia Teatral As Graças

Produção e Administração: Eneida de Souza

Duração: 50 minutos

Livre

 

 

Bang Bang À Pastelana é um faroeste de palhaços regado a trapalhadas, trapaças e confusões, com direito a tiroteios no saloon e show de cancan.

 

Sinopse

Em um lugar perdido no velho oeste, os irmãos Dederson, Jacinto e Pablito, que são artistas mambembes, viajam para cidade de Dog Bull City a fim de apresentar no “festival de teatro do velho oeste” e assim cumprir a promessa que fizeram ao seu pai no leito de morte. Mas, em outra parte do velho oeste, três foragidos… Boca Seca Johnson, Olhos Pequenos e Ramirez Gonzáles Larica, que são mais conhecidos como “Os irmãos do nariz preto” planejam também chegar a Dog Bull city, mas com outro objetivo, assaltar o banco central da cidade. E assim a confusão irá surgir, pois na cidade os artistas serão confundidos com os bandidos e os bandidos confundidos com os artistas.

Duração: 50 minutos

Livre para todas as idades

Outros

Ficha técnica

Elenco – Anderson Spada, Emerson Almeida e Paulo Ygar

Operador de Som – Sandro Fontes

Criação e roteiro – Trupe Irmãos Atada e Marcio Douglas

Diretor Artístico – Marcio Douglas

Diretor Musical e Trilha Sonora – Célio Colella

Cenário, Figurino e Adereços – Denise Guilherme

Cenotécnicos – Bira Nogueira e Micheli Rolandi

Preparador circense em técnicas de malabarismo – Du Circo

 

“Um Fusca em Cons(c)erto” – Cia. Rodamoinho

A Cia. Rodamoinho é um dos núcleos da Cooperativa Paulista de Teatro e completa em 2016 quinze anos de existência. Foi contemplada pela Lei de Fomento ao Teatro da cidade de São Paulo por três vezes, em três edições do PROAC-edital, duas vezes pelo PROAC-ICMS e duas vezes pela FUNARTE-MINC. Pesquisa a cultura popular, integrando diferentes linguagens artísticas como o teatro, a literatura e a música. Criou os espetáculos “Festa no Céu”, “Mãe d’Água”, “As Aventuras de Pepino”, além de diversas performances e repertórios de narração de histórias. “Um Fusca em Cons(c)erto”, espetáculo mais recente do grupo, foi produzido com recursos do PROAC-ICMS e já percorreu mais de 50 cidades desde sua estreia, em 2013.

           

Sinopse

O espetáculo tem como cenário um automóvel Fusca ano 1983. Conta a história de três artistas de uma companhia teatral que ensaiam e enfrentam problemas para realizar a grande viagem de suas vidas no automóvel. A trilha sonora é realizada ao vivo pelos artistas com instrumentos tradicionais como sanfona, saxofone, percussões variadas e outros objetos sonoros pesquisados e produzidos especialmente para a peça. Em sua trajetória, os personagens vão do conserto do carro ao concerto musical. O espetáculo tem a duração de 50 minutos.

 

Ficha técnica

Concepção, produção e dramaturgia: Fabiano Assis e Renata Flaiban / Direção: Fabiano Assis / Direção musical: Fabiano Assis, Renata Flaiban, Fernando Sardo e Guilherme Maximiano / Atuação: Fabiano Assis, Renata Flaiban e Paulo Dantas / Assessoria cênica: Ednaldo Freire / Assessoria para instrumentos e traquitanas musicais: Fernando Sardo /Assessoria em saxofone: Manuel Sousa Filho / Assessoria em dança e sapateado: Applause Dance Center / Assessoria em movimento: Luciana Viacava / Cenografia: Fabiano Assis / Cenotecnia: Paulo Dantas / Usinagem e soldas especiais: Archimedes Zanetti / Pintura de placas: Paula Galasso / Figurinos: Renata Flaiban / Costuras: Ateliê Célia e Durvalina Flaiban Zanete / Criação de luz e operação de som: Alex Nogueira / Fotografia: Ricardo Riberto / Projeto gráfico e ilustrações: Aida Cassiano

2013

Pré- estréia do espetáculo infantil “Três Variando”, em maio.

Companhia de Teatro – As Graças

Investindo em uma dramaturgia própria concebida, desenvolvida e encenada apenas por mulheres, a Cia. Teatral As Graças nasceu na Escola de Arte Dramática da USP, onde se encontraram Eliana Bolanho, Vera Abbud, Daniela Schitini e Juliana Gontijo.

Focado na palavra e no trabalho do ator, a companhia dedicou-se a um trabalho que parte da literatura, em busca de todos os alcances que a palavra propicia; como também em espetáculos que resultam da linguagem popular. “Utilizamos gêneros como a revista musical, a comédia de costumes e o melodrama com o intuito de realizar um teatro popular no qual o ator, seu corpo e sua palavra são o centro de todos os trabalhos”, explicam. 

Em atividade desde 1995, a Cia de teatro As Graças (formada pelas atrizes Daniela Schitini, Eliana Bolanho, Juliana Gontijo e Vera Abbud) tem em seu repertório catorze espetáculos autorais que já circularam por diversas cidades do Brasil (incluindo a capital paulista onde foram, várias vezes, contempladas com a Lei de Fomento ao Teatro da Cidade de São Paulo).

 

Entre as peças da companhia algumas têm inspiração no universo literário e são destinadas ao público adulto, outras abordam a linguagem de bonecos e são voltadas ao público infantil. A companhia também aborda outras linguagens como, por exemplo, o teatro de rua. Desde 2002 o grupo realiza o projeto Circular-Teatro, utilizando um ônibus que se transforma em palco para levar teatro ao público que encontram nas ruas e praças da cidade de São Paulo e diversas outras cidades do Brasil por onde passa.

 

Desde sua fundação a Cia As Graças convida, a cada espetáculo um diretor de teatro para participar do projeto. Nomes como Ednaldo Freire, Vânia Terra, Kleber Montanheiro, Regina Galdino, Marco Antonio Rodrigues, Vivien Buckup, Cris Lozano, Cibele Forjaz, Cristiane Paoli Quito, Leris Colombaioni, já dirigiram peças do repertório da companhia.

 

Desde 2013, As Graças iniciam uma nova jornada com o projeto Circular Teatro- Do Parque da Luz para o Brasil com a participação de André Carreira – estudioso e diretor de teatro que tem como proposta de seu trabalho o teatro de invasão – cidade como dramaturgia. Formado em artes plásticas pela UNB, e doutor pela Universidad de Buenos Aires. Leciona no Programa de Pós-Graduação em Teatro (Mestrado/Doutorado) da Universidade do Estado de Santa Catarina. Em 2007, Carreira lançou o livro Teatro de Rua: uma paixão no asfalto.

 

 

Espetáculos do grupo As Graças – Trajetória completa

 

Endecha das Três Irmãs, de Adélia Prado, direção e adaptação de Vânia Terra; vencedor da Jornada SESC de Teatro de 1995 e cumpriu temporada em 1996, no Centro Cultural São Paulo, marcando o início de uma identidade artística e estrutural do grupo.

Poemas para Brincar, de José Paulo Paes, adaptação de Juliana Gontijo e direção de Eduardo Amos MAMBEMBE 96 – Grupo; APCA 96 – Texto e PRÊMIO COCA-COLA 96 – Música e Categoria Especial/Teatro de Animação.

Sonhos de Einstein (1998) de Alan Lightman, direção e adaptação de Isabel Setti ;

 – Itinerário de Pasárgada (99) de Manuel Bandeira, direção e adaptação de Regina Galdino;

– O Vôo (2000) com direção de Cláudio Saltini e adaptação de Regina Galdino – indicado na categoria especial Teatro de Animação do Prêmio Pananco de 2000.

– O Vôo II – A grande corrida das máquinas voadoras(2002) com direção de Eduardo  Amos e texto de Regina Galdino; Prêmio APCA de 2001- Melhor espetáculo de bonecos.

Tem Francesa no Morro (2002) musical  com direção e texto de Kleber Montanheiro 

Em 2003 o grupo se dedicou ao projeto Circular-Teatro, que percorreu, em um ônibus-teatro, as cinco regiões da cidade de São Paulo apresentando todo seu repertório adaptado ao ônibus em um total de aproximadamente cento e vinte apresentações em mais de cinqüenta lugares diferentes. Este projeto foi patrocinado pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

Nas Rodas do Coração (2004) musical com direção de Ednaldo Freire e texto de Regina Galdino, criado especialmente para o projeto Circular Teatro;

Em 2005 a Cia As Graças realizou um estudo sobre a obra Nelson Rodrigues, com orientação de Cibele Forjaz e Regina Galdino e sobre a obra de Shakespeare com orientação de Cristiane Paoli-Quito e Marco Antonio Rodrigues, além de inciciar um treinamento musical com Lincoln Antonio.

Também em 2005 continuou apresentando seus espetáculos de repertório nas praças e ruas de São Paulo, através do Programa Municipal de Fomento ao Teatro, tendo também se apresentado em diversas cidades do Brasil, inclusive no festival Internacional de Porto Alegre.

Clarices (2006) com textos de Clarice Lispector e direção de Vivien Buckup ; contemplado com o Prêmio Funarte Mirian Muniz

Noite de Reis (2006) de Shakespeare, adaptação de Daniela Schitini e direção de Marco Antônio Rodrigues, criado para o projeto Circular Teatro; projeto contemplado pela Lei de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo e circulou por ruas, praças e parques da cidade em 2007 e 2008.

Tem, mas acabou! (2008), espetáculo infantil sobre morte e finais de ciclos com textos do grupo e de Ricardo Azevedo e direção de Cris Lozano.

Como Saber!, (2009) direção e dramaturgia de Leris Colombaioni, criado para o projeto Circular Teatro;

– Não Uma Pessoa,(2011) texto de Daniela Schitini e direção de Vivien Buckup.

Em 2013 o grupo foi contemplado com o PROAC para produção de espetáculo infantil e infanto/juvenil com a peça Bessarábia, uma feira de histórias, com dramaturgia de Juliana Gontijo e o grupo e direção de David Taiyu.

A montagem ocorreu em 2014, sendo indicada a 3 categorias no Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem: Figurino; Produção; Prêmio especial pela sensibilidade e talento na restauração e manipulação de bonecos artesanais do século 19, tendo ganho do prêmio especial.

Nos anos de 2012 e 2013 o grupo realizou uma pesquisa sobre histórias de frequentadores do Parque da Luz refletindo histórias da própria cidade de São Paulo e resultando no espetáculo ‘Marias da Luz’, com dramaturgia de Daniela Schitini e Nereu Afonso, inspirada nessas histórias e com direção de André Carreira.

O espetáculo cumpriu temporada no Parque da Luz em São Paulo e viajou por 12 capitais do Brasil, levando essas histórias para todas as regiões do país, através do projeto Circular Teatro: do Parque da Luz para o Brasil, contemplado pelo edital da Petrobrás.

Em 2014, ano em que o grupo completou 20 anos de existência com a mesma formação, ganhou o PROAC Circulação de Espetáculo de Rua para apresentarmos a peça ‘Marias da Luz’ por 10 cidades do interior de São Paulo.

 

Serviço:

 

Programação Gratuita

Livre

Cada espetáculo tem duração de 50 minutos

 

Dia 12/08 – sexta-feira

Praça Dr. Humberto Delboni /Paraisópolis

11h – Poemas para Brincar

16h – Nas rodas do Coração

 

Dia 13/08, sábado – Cohab Raposo Tavares /Terreno da Cultura

(Travessa Rio dos Touros, sem número)

11h – Poemas para Brincar

16h Nas rodas do Coração

 

Dia 14/08, domingo – Parque da Aclimação

(Rua Muniz de Sousa, 1119)

11h – Poemas para brincar

16h – Nas rodas do Coração

 

Dia 20, sábado – Calçadão do Iracema – Brasilândia

11h – Poemas para brincar

16h – Nas Rodas do Coração

 

Dia 21, domingo – Parque Ecológico do Tietê

(Rua Guira- Acangatara, 70 – Eng. Goulart, São Paulo)

10h30 – Poemas para brincar

15h – Nas Rodas do Coração

 

Dia 27/08, sábado – Minimostra de Teatro sobre Rodas no Parque da Luz

(Praça da Luz sem número, Bom Retiro)

13h – Um fusca em Cons(c)erto – Cia Rodamoinho

14h – Bang Bang À Pastelana,  com a Trupe  Irmãos Atada

15 h – Nas Rodas do Coração

 

 

Mais INFORMAÇÕES;

Assessoria de Imprensa: Ofício das Letras

Adriana Monteiro I Cris Santos